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Informações Úteis

Animais

Para o exterior

 

Em caso de viagens ao exterior são necessários o Guia de Trânsito Animal (GTA) e o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI). O GTA pode ser emitido por qualquer veterinário credenciado no Ministério da Agricultura e o CZI, apenas pelos que prestam serviços nas Delegacias Federais da Agricultura dos aeroportos internacionais. Outro atestado necessário é a carteira de vacinação do bicho (no qual consta o laboratório fabricante, tipo e lote da vacina tomada pelo cão ou gato). Se ele tiver menos de quatro meses, pode viajar sem ser vacinado. Mas, quando toma a primeira vacina, tem de aguardar 30 dias para embarcar.

 

De avião


Algumas companhias aéreas permitem que os animais viajem junto ao o dono, no compartimento de passageiros. Mas isso depende do peso dele, do tamanho da caixa e da quantidade de animais que estiverem no mesmo voo. É necessário informar que você levará o animalzinho no ato da reserva da passagem. Se ele viajar com os passageiros, você terá que pagar excesso de bagagem, mesmo que não esteja ultrapassando seu limite de carga.


Na segunda opção, o bicho é despachado antes do check-in, no setor de carga do aeroporto.


Verifique o contâiner para acomodar o animal durante a viagem. Ele deve ser confortável, espaçoso e com boa circulação de ar. A maioria das empresas exige um tamanho específico, consulte. Os veterinários recomendam que não se dê comida pesada ao animal, pelo menos, 12 horas antes do voo. Nesse período, é aconselhável oferecer apenas água. Um calmante leve e um remédio contra enjoos, se você julgar necessário, também podem ajudar. Coleiras e roupas durante a viagem costumam ser desastrosas.


De carro


Para transportar animais em carros é necessário portar um Atestado de Sanidade Animal, concedido pelo veterinário do bicho. Ao contrário do que muita gente pensa, não é permitido colocar o animal na parte traseira externa do veículo. O motorista também não pode levá-lo no colo ou entre ele e a porta do carro, sob pena de multa. O ideal é transportá-lo em peruas com bagageiros que devem estar separados do banco traseiro por grades específicas para isso. Esse acessório evita que os bichos sejam projetados para a frente em freadas bruscas e protege o estofamento. Caso o seu carro não tenha esse tipo de porta-malas, o totó pode ir mesmo no banco de trás. Se você preferir, pode adquirir um cinto de segurança feito especialmente para animais. Encontrados em pet shops nos tamanhos pequeno, médio e grande, são excelentes para confiná-los ao banco traseiro e, assim, não distrair o motorista.
Se a viagem for longa, lembre-se de dar água para o cão ou o gato de tempos em tempos e também de parar num posto de gasolina para ele urinar. Alguns restaurantes ou lanchonetes de estrada disponibilizam funcionários para olhar os cães enquanto o motorista toma um lanche ou faz uma refeição. Para isso, os animais devem estar com suas respectivas coleiras.


De ônibus


As empresas costumam aceitar apenas animais de pequeno porte e desde que estejam com a documentação em dia e em gaiolas adequadas. A taxa varia conforme a empresa.


No destino


Ao chegar ao destino, resgate o bicho o mais rápido possível, abra a gaiola, deixe-o caminhar à vontade, dê-lhe água para reidratar e, é claro, muito carinho. Como precaução, alimente-o somente duas horas depois da chegada, pois ele estará estressado. Em alguns países, depois de desembarcar, o animal é obrigado a ficar sob os cuidados da Polícia Federal por um certo tempo como medida de precaução. Para saber mais sobre as regras de cada país, informe-se nas embaixadas e nos consulados.


Hotéis para animais


Cães e gatos são muito bem-vindos em determinados meios de hospedagem e terminantemente proibidos em outros. Porém alguns hotéis pequenos ou pousadas familiares ainda não decidiram sua posição sobre o assunto e estão abertas à negociação, dependendo do tamanho do animal e da sua raça. Se quiser levar o amigão para um fim de semana na montanha, aborde o assunto com jeitinho na hora de fazer a reserva. Afinal, perguntar não ofende.

 

Fonte: Editora Abril 

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